quinta-feira, 21 de fevereiro de 2019

NOTAS SOBRE ASPECTOS FISCAIS DA PREVIDÊNCIA SOCIAL

A Previdência Social está inserida no contexto da seguridade social, ao lado das ações de assistência social e saúde, segundo a Constituição da República Federativa do Brasil – CRFB.

As contribuições sociais encontram-se enumeradas na CRFB, tendo se verificado constantes alterações desde a sua promulgação, gerando insegurança jurídica refletida nas seguidas decisões do Supremo Tribunal Federal.

Relativamente à Previdência Social passou-se de um sistema de parafiscalidade em que se atribuia o poder fiscal a entidade de caráter autônomo para outro em que o financiamento se dá por meio de tributo, sujeito a limitações ao poder de tributar portanto, além de estar inserido em um sistema de seguridade social.

O sistema previdenciário brasileiro, em meados da década de noventa, passou a adotar o cálculo atuarial em que se avaliam os riscos do sistema, mas o resultado das mudanças responde à conjuntura, tornando os benefícios e as contribuições bastante casuísticos e questionáveis quanto ao mérito e à necessidade.

Na década de vinte surgiram as “caixas de aposentadorias e pensões” que se destinavam a apoiar os empregados das empresas, a exemplo das ferroviárias e telégrafos, na inatividade. A previdência é caracterizada pela capitalização, todavia de baixo risco em virtude dos benefícios oferecidos, dada a população jovem e baixa expectativa de vida.

Durante a década de 30 surgem os esquemas previdenciários ligados a categoria profissional, originando os Institutos de Aposentadorias e Pensões – IAPs.

Dada a assimetria dos benefícios em função de setor profissional, ao longo da década de cinquenta, discutiu-se a unificação do sistema previdenciário dos IAP’s, o que vai ser institucionalizado na lei orgânica de previdência social (lei n. 3.807/60), mas a consolidação do sistema verificar-se-á com a criação do Instituto Nacional de Previdência Social – INPS (ligado ao Ministério do Trabalho e Previdência Social), unificando em uma mesma estrutura dos os IAPs.

No final da década de sessenta e início da década de setenta ocorreu a ampliação da cobertura previdenciária incluídos no sistema previdenciário os trabalhadores inicialmente não contemplados (trabalhadores rurais e empregadas domésticas), aumentando assim a pressão sobre o sistema, todavia a pirâmide demográfica possuía uma base larga.

A criação do Ministério de Previdência e Assistência Social ocorre em 1974, esboçando a seguridade social.

Em 1977 o INPS foi desmembrado em três: o INPS passa a arcar exclusivamente com o pagamento dos benefícios previdenciários e assistenciais; o Instituto de Administração da Previdência e Assistência Social -IAPAS, destinado a administrar e recolher os recursos do INPS; e o Instituto Nacional de Assistência Médica e Previdência Social – INAMPS, criado com o fim de administrar o sistema de saúde.

Em 1988, a Legião Brasileira de Assistência – LBA, fundada em 1942, foi deslocada para a pasta de habitação e bem-estar social e, com a junção do INPS com o IAPAS forma-se o Instituto Nacional da Seguridade Social – INSS. Por sua vez o INAMPS foi absorto pelo Ministério da Saúde.

Verifica-se, segundo o espírito de transição da Constituição de 1988, uma crescente proteção social e um aumento dos beneficiários da previdência ao longo do tempo.

A previdência do servidor público pode diferir de um ente federativo para outro impactando de forma diferente nas finanças públicas em razão, inclusive, de alguns entes federativos disporem de um sistema de previdência próprio.

Todavia a emenda à Constituição n. 41/03, ao conferir nova redação ao artigo 40 da CRFB, busca assegurar aos servidores titulares de cargos efetivos da União, dos Estados, do Distrito Federal e dos Municípios, incluídas suas autarquias e fundações, é assegurado regime de previdência de caráter contributivo e solidário, mediante contribuição do respectivo ente público, dos servidores ativos e inativos e dos pensionistas, considerado o equilíbrio fiscal segundo cálculo atuarial.

 O sistema de aposentadorias no setor público, especialmente da União inicialmente caracteriza-se como uma garantia na velhice ou, em linhas gerais, em caso de infortúnio.  Verificam-se três marcos relevantes do sistema previdenciário do servidor público federal, segundo o voto da Ministra Ellen Gracie na ADI 3105-8:

(1) a Constituição de 1934, que deferiu a concessão de benefício integral a quem se tornasse inválido e contasse 30 anos de serviço ou, compulsoriamente aos 68 anos de idade;

(2) a criação do Instituto de Previdência e Assistência aos Servidores do Estado –IPASE, em 1938, que reconheceu os funcionários públicos como categoria sócio-profissional com direito a tratamento à parte no sistema previdenciário e

(3) o estatuto de 1939, que previa a hipótese de aposentadoria por tempo de serviço. Além de ter se verificado que, em virtude da CRFB de 1988 muitos servidores foram incluídos no sistema previdenciário público sem contribuir.

As Constituições de 1946, 1967 e 1969 previam uma estrutura de sistema de aposentadorias do servidor público civil garantidora da percepção do benefício por motivo de invalidez, implemento de idade e voluntária, atendido o requisito de tempo de serviço, para efeito de deferimento de proventos integrais, destacando que este tratamento permanece para o militar na CRFB. A emenda à Constituição n. 41/03 institui regime que diferencia a aposentadoria segundo a data de entrada no serviço público e o tempo de permanência e o tempo de serviço.

O pleno do STF, por ocasião do julgamento da ADI n. 3105-8 considerou devido a contribuição previdenciária sobre os proventos e pensões identificando uma solidariedade no sistema uma vez que, a primeira vista, constitui um paradoxo que o beneficiário siga pagando um tributo ao sistema sobre o benefício, o que na prática constitui uma redução do benefício.

Embora o STF adote a vedação de retrocesso aos direitos e garantias fundamentais e a CERB consagre o direito adquirido o que, considerado isoladamente na tributação do servidor inativo, seria uma inconstitucionalidade, por outro lado deve ser considerado o interesse da coletividade dos atuais e futuros beneficiários do sistema, ocorrendo aí uma ponderação de princípios.

Todavia esta perspectiva não autoriza uma mudança radical no sistema a ponto de transformar um sistema de solidariedade em capitalização garantindo o beneficiário sua própria aposentadoria, especialmente sem assegurar que o montante a ser recebido seja assegurado pela correta aplicação do recurso entregue ao Estado.

Publicado originalmente em http://conversandocomoprofessor.com.br/2019/01/26/notas-sobre-aspectos-fiscais-da-previdencia-social/ Acesso em: 21-fev-2019

53 comentários:

  1. Existe um deficit na Seguridade Social devido ao crescimento das despesas mais acelerado do que das receitas. Se formos olhar a pirâmide demográfica observamos que ela está muito diferente da década de sessenta, onde a base era mais larga. As projeções do Tesouro Nacional apontam que o deficit alcançará, em 2060, o valor de 11,3% do PIB. Isso irá impactar toda a sociedade pois resultará no aumento da carga tributária. O Administrador deve estar ciente que essa carga tributária será, com toda certeza, refletida em sua empresa. Os insumos ficarão mais caros e a tributação do produto e serviço será maior. Além disso, será muito provável que os recolhimentos destinados a seguridade social sejam elevados junto com a fiscalização dos mesmos. Precisa-se aguardar até uma resolução da reforma da previdência para se ter uma certeza de qual será o rumo que o governo atual irá tomar, mas é importante para o gestor estar antenado no ambiente político para inferir decisões sobre a gestão tributária.

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  2. Os tributos são necessários para a garantia dos direitos fundamentais e para o pagamento de dívidas públicas, entretanto, as empresas sofrem muito para pagarem seus tributos. Por vezes, as empresas podem errar algo no seu planejamento tributário que pode custar muito caro. O sistema político-legislativo não possui regras estáveis e coerentes. Ao cair num deslize, o empresário deve considerar redução ou adiantamento dos tributos por meio de uma ação judicial. Cada empresa é analisada pela justiça como se fosse um caso "específico". Para o empresário se garantir, ele deve ter um planejamento tributário eficaz que contemple implicações tributárias de todas as partes, que contemple tributos implícitos e explicitos e que contemple seus custos.
    O empresário deve optar por escolhas corretas que evitem a cobrança de tributos desnecessários, deve ficar atento aos incentivos fiscais e deve sempre pensar em mudanças na forma de conduzir as operações da empresa, como mudando fornecedores e etc.

    Aluna: Bianca Aguiar
    ADM. EMPRESARIAL NOTURNO 2019

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  3. A reforma da previdência funcionará como método paliativo ao problema que o Brasil começou a enfrentar pelo envelhecimento da sua população, tendo como consequência um corte de gastos junto ao aumento da tributação que incidirá nas empresas.
    Como forma de se prevenir da diminuição da margem pelo aumento dos impostos, o administrador deve fazer um plano tributário que observe com cautela todo o tipo de imposto embutido em qualquer transação. Além disso, deve-se atentar ao fato do método de produção pode não estar sendo eficaz quanto a otimização do valor repassado em tributos, ou seja, um trabalho de análise de custos e dos processos precisa ser realizada.

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  4. Atualmente o que está sendo visto é a dificuldade em empresas, principalmente estilo startup, contratarem funcionários com carteira assinada pelas altas despesas geradas. É muito comum vermos vagas para serem contratados como estagiário, PJ e depois de um tempo até mesmo com participação nos lucros, visando sempre a economia, sem pensar em contribuir para uma aposentadoria. Isso é visto pelo fato de o Brasil não estar estruturado para o envelhecimento de sua população. As empresas de modo geral estão procurando formas alternativas de contratação e os jovens aceitando receber menos benefícios do que se tem direito. Para manter a empresa funcionando, cada empresário deve realizar um planejamento palpável de todos os impostos que estejam em seu produto ou serviço. Como citado anteriormente pela Bianca, devemos estar sempre ligados as notícias para nos adaptarmos a incentivos fiscais e demais mudanças políticas.

    Laís H. Cândido - Noturno

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  5. Conforme observado no texto, a adoção do cálculo atuarial foi, e vem sendo feita de maneira equivocada e mais preocupada em responder à casualidades do que efetivamente cumprir seu papel. Estes e tantos outros fatores, e até mesmo sua constituição por outras entidades com razões de ser muito diversas, fizeram com que todo o sistema previdenciário atingisse um estado crítico. Portanto, se faz necessária uma revisão deste sistema, bem como uma discussão ampla com a comunidade e seus estudiosos.

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  6. Analisando os cenários tanto da década de 60 quanto o atual,vemos que a projeção dos insumos é de ficar cada vez mais caros e também a tributação do produto e do serviço será elevada.Tudo isso é reflexo de um sistema de seguridade social pouco eficaz,mas que ainda se faz necessário para pagamentos de dividas públicas e assegurar direitos.Tem se a necessidade de uma reforma na previdência o quanto antes,pois quem sofre é o empresário e consequentemente o funcionário, as organizações tem dificuldade em contratar funcionários de carteira assinada nas organizações devido a alta tributação.E cabe ao Administrador fazer um plano na empresa para evitar algum tipo de tributação indevida.
    Aluno:Heitor M.de Assunção
    ADM. EMPRESARIAL NOTURNO 2019

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  7. Ao longo do tempo nota-se a importância dos tributos e toda a sua funcionalidade para o país, porém esse é um dos maiores obstáculos que as empresas enfrentam. Isso acaba influenciando no estilo de contratação das empresas, principalmente as que possuem um modelo de negócio escalável, repetível e em condições de incertezas. Essas, acabam tomando certas medidas, como por exemplo diminuindo a contratação de carteiras assinadas e priorizando outras maneiras de contratação. Assim, acabam não pensando na aposentadoria do funcionário, o que reflete negativamente para a experiência profissional dele.

    Arthur Bressan - Noturno

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  9. Tendo em vista que os diversos tributos existentes são uma das possíveis fontes de manutenção do estado, ou seja, fator necessário para a continuidade do mesmo, e que esses recolhimentos, em muitas situações, de certa forma, oneram as empresas, é necessário que estas, por sua vez, realizem um planejamento tributário eficaz e estratégico. Esse tipo de ação permite que a empresa possa, dentro da legalidade, é claro, otimizar os seus resultados com uma menor alíquota que será deduzida da sua receita, tendo em vista as diferentes configurações de recolhimento de impostos previstas na lei. No que tange à contribuição previdenciária, tendo em vista o déficit atual já mapeado e a tendência de transformação da pirâmide demográfica (menor população economicamente ativa), é necessário que o empresário fique atento para uma possibilidade de aumento dos impostos (visando atenuar essa situação deficitária), inclusive do valor da contribuição destinada à seguridade social.

    Vitor Guimarães - Adm. Empresarial Noturno 2019

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  10. A polêmica em torno de alternativas para o sistema previdenciário diz respeito a sociedade e sua relação com o papel do Estado na previdência social, colocando em questão o modelo de desenvolvimento econômico dominante.
    As alternativas ao modelo existente, não podem onerar ainda mais o empregador com tributos que já estão em demasia. É necessário que se encontre um modelo flexível e modelável aos diferentes tipos de características encontradas no mercado de trabalho atual.
    Jelson Denis Frotscher - ADM Noturno 2019

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  11. Os tributos atuam na manutenção do Estado e captação de recursos, podendo assim efetivar direitos, pagar dívidas e reduzir desigualdades. Por outro lado, os tributos de atividade empresarial podem ter muitas normas e custos, o que dificulta o planejamento tributário das empresas, ocasionando até na ocultação de negócios, por parte de algumas companhias, para pagar menos impostos. Sendo assim, é necessário realizar um planejamento tributário eficaz, realizando pesquisas e considerando tanto tributos diretos como indiretos. Referente à previdência social, é de extrema urgência que se realize uma reforma da previdência, objetivando fechar o rombo da previdência nos cofres públicos, o qual já chega a R$150 bilhões por ano, e adequar o sistema a sociedade atual, visto que o atual sistema foi baseado em uma expectativa de vida menor e com mais jovens trabalhando.
    Lucas Sartori - Adm noturno

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  12. Diante do déficit não só da Previdência Social como também das contas públicas, vê-se a Reforma da Previdência como sendo uma medida incontestável, apesar de muito criticada por milhões de brasileiros. A questão é que, ao fazer uma análise sucinta, percebe-se que “a conta não fecha”, ou seja, as despesas da Seguridade Social vêm sendo maiores do que as receitas. E a tendência é piorar, haja vista que, com o passar dos anos, a população economicamente ativa diminui enquanto o número de idosos aumenta. Além disso, com a DRU (Desvinculação de Receitas da União), outra parcela que serviria para cumprir as obrigações da Previdência Social foi “levada embora”, complicando ainda mais a situação.

    Porém, grande parte da população que não se mostra contente com tal medida, não é contra a reforma em sí, mas contra a maneira como foi formulada. Tentando solucionar o mal planejamento de anos, fazendo com que a população pague de uma só vez. Ainda, em que classes menos favorecidas pagam as mordomias de um grupo seleto, a elite formada basicamente por políticos, os mesmos que desviam bilhões de reais conforme mostrado nos escândalos de corrupção.

    Portanto, para que o sistema previdenciário seja sustentável, é necessária a Reforma da Previdência, desde que seja feita de forma justa, havendo ajustes em todas as classes da população, do rico ao pobre, seja setor público ou privado, alinhado com um corte de gastos do Governo, afinal, sobrando dinheiro será mais fácil equilibrar as contas como um todo.

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  13. A Previdência Social é, atualmente, um assunto amplamente discutido no brasil, desde a urgência que o governo anterior deu na sua reforma. Por fraqueza política, porém, o governo passado deixou de herança para o presidente Bolsonaro a sua realização, a qual já está em estado avançado, tramitando na Câmara dos Deputados, a partir do dia que esse texto está sendo escrito. Com isso, deve-se ressaltar a real importância da alteração da Previdência Social cujos gastos correspondendo a mais de 40% do total, sendo o principal componente de despesas primárias e ela só tenderá a crescer ao longo do tempo, à medida que nossa população envelhece. Essa mudança, entretanto, tem que melhorar as condições das gerações futuras, ao invés de prejudicar. A retirada de direitos adquiridos no decorrer dos anos, conforme cita o texto, abruptamente e sem a apropriada divisão entre as diferentes classes econômicas presentes no contexto brasileiro não é o caminho para se atingir a relocação mais eficiente dos recursos do governo.

    Tomás Arend Flôres - Administração Empresarial vespertino

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  14. Os tributos são uma forma natural para a articulação da máquina pública, o Estado sendo responsável por certas áreas administrativas necessita dessa contribuição para executar as melhorias e manter os serviços prestados a população. A tributação das empresas colabora para o Estado realizar essas atividades, os tributos na organização influenciam diretamente nos custos.
    O pagamento da alíquota de INSS das empresas para seus funcionários, é uma obrigação da organização e isso garante o direito de aposentadoria de seus colaboradores. A aposentadoria no Brasil está passando por um momento delicado, pois o Estado não se adequou durante os anos com o aumento da expectativa de vida e manteve muitos privilégios para algumas classes, na sua grande maioria mais abastadas, por muitos anos. Agora com o déficit orçamentário da previdência, é necessário discutir e analisar uma reforma nessa área, para garantir as futuras gerações o direito de se aposentar após trabalhar e ser um contribuinte para o Estado.
    Lisane Cava - Administração Empresarial Vespertino

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  15. É necessário o país realizar a reforma da previdência social para ocorrer o equilíbrio das contas públicas e acabar com a injustiça social, onde muitos trabalhadores com remunerações menores são aplicadas regras mais rigorosas, ocorrendo uma desigualdade por renda.
    Hoje, o perfil da população brasileira é muito diferente das décadas de 60 e 70, o que torna mais um ponto importante para observar como a expectativa de vida do brasileiro está aumentando. O déficit da Previdência Social está cada vez maior, quem paga por isso somos todos nós, o gasto com esse rombo, poderia ser usado para outros recursos como saúde e educação.
    A reforma não é só necessária e sim urgente, para reduzir desigualdade e gastos previdenciários, e privilégios das classes que se beneficiam com esse grande problema do país.

    Cibele - Administração Empresarial V

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  16. O recolhimento dos tributos relativos ao sustento do sistema de Previdência Social tem sua importância reconhecida quanto a reunir recursos para gerir o bem estar da sociedade como um todo, por meio de investimentos de infraestrutura e a despendimento de valor monetário relativo à aposentadoria dos contribuintes. Entretanto, é nítida a falha no planejamento do Governo quanto ao aumento da expectativa de vida e mudança na estrutura etária do país, fato que tem gerado grande desigualdade de distribuição e recolhimento dos tributos, além de insatisfação generalizada. Apesar de ser positivo para o país ter sob responsabilidade do Governo a gestão de recursos financeiros para os fins determinados da previdência social, acredito que a necessidade de o Estado intervir na preparação dos indivíduos para sua própria aposentadoria se dá por pura falta de informação e educação da população. Considero muito mais responsável oferecer informação para que as pessoas saibam gerir seus recursos, mantendo o Estado direcionado para investimentos em infraestrutura.
    Dessa forma, presumo que o posicionamento esperado do gestor de uma organização, dado o cenário da previdência social e sua recente reforma, é de que se mantenha atualizado quanto às mudanças no sistema de tributação, que saiba identificar e adaptar a organização a incentivos que podem ser oferecidos e, é claro, de manter as operações da empresa dentro dos limites legais previstos.

    Thayna Silveira - ADM Empresarial Vesp

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  17. O Sistema Previdenciário Brasileiro é apoiado no princípio da solidariedade, onde segurados com maior capacidade contributiva, contribuem mais que os menos capacitados, visando uma redistribuição mais igualitária. Onde um contribuinte ao se aposentar por invalidez sem ter contribuído na totalidade tenha direito de se aposentar pelo Regime Geral, no princípio da solidariedade, todos os contribuintes financiam esse caso descrito a cima.
    O Brasil usa o sistema de repartição simples, onde os aposentados são pagos pelos atuais contribuintes e estes serão pagos pelos futuros trabalhadores. Um grande problema enfrentado pela Previdência brasileira é em decorrência deste sistema, pois atualmente a pirâmide etária brasileira está crescendo no topo (aposentados) e diminuindo na base (contribuintes), ou seja, a parcela de trabalhadores ativos que contribuem com a Previdência está diminuindo enquanto o número de aposentados não para de crescer.

    Helena Cândido Heerdt - Administração Empresarial Vespertino

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  18. A Reforma da Providência vem como medida ao déficit do orçamento das contas públicas sofrido pelo Governo Brasileiro, devido a este ser um dos maiores gastos do governo e pelo fato de isto só tender a piorar, pois a tendência mundial é cada vez mais a população ter menos filhos e a quantidade de idosos aumentar. Toda a polêmica envolvendo a reforma se deve pelo fato do aumento do tempo de trabalho e do aumento da idade para a aponsetadoria. Porém, acho que isto tudo é aumentado devido a revolta da população contra a corrupção do govern o, e principalmente como a reforma foi formulada. Querendo ou não, a população que está agora no mercado de trabalho pagará pelo erro de governos anteriores. A população brasileira só quer que haja uma reforma justa, com ajustes atingindo de forma igualitária a todos, e que os políticos, aqueles que recebem mais benefícios e um dos maiores gastos do governo, também sejam atingidos, além de haver um corte nestes gastos.
    Aluna: Clarice Magalhães Cabral
    Administração Empresarial Vespertino

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  19. Hoje, o país vivencia um grande problema fiscal: a previdência gasta mais do que recebe, gerando um déficit previdenciário, que só aumenta. Com a expectativa de vida aumentando e a taxa de natalidade diminuindo, teremos mais pessoas recebendo do que contribuindo e, em virtude disso, a previdência social não terá como bancar os aposentados.
    Dessa forma, a reforma se faz necessária, para que assim seja evitado um futuro colapso no sistema financeiro do país e, ao mesmo tempo, se tenha mais recursos para investir em outros setores. Além disso, para que haja uma estabilidade nas contas públicas, faz-se necessário o combate aos privilégios, o que propiciará um ambiente benéfico para a redução dos impostos e consequentemente, permitirá que as empresas invistam mais, fazendo com que o Brasil volte a crescer gerando mais
    riquezas.

    Aluna: Daiana Dias Nunes.
    Administração Empresarial - Vespertino

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  21. Para ocorrer uma reformulação da previdência social, e necessário que primeiro suceda alterações nas leis vigentes na constitucionalização brasileira, onde ate o momento os três poderes (Legislativo, judiciário e executivo) estão ligados. A nova PEC 6/2019 tem por objetivo fazer reajustes no tempo de contribuição e nas alíquotas relacionadas aos direitos dos pensionistas. Fraudes, excessos, benefícios sem razoabilidade, má gestão do sistema previdenciário e condutas oportunistas devem ser sempre corrigidos por mudanças na lei ou mesmo na Constituição. O avanço social, inclusive, pode reclamar a fixação de idades mínimas -que por sua vez prevê nessa nova formulação um aumento de 10 anos no tempo de contribuição para as mulheres- mas sempre ponderadas de acordo com os seus impactos sociais e a realidade nacional, que por ora, não estão condizentes com a situação de boa parte dos trabalhadores brasileiros.

    Aluno Tadeu Noronha Trajano Junior
    Administração Empresarial - Noturno

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  22. A discussão em torno da reforma da previdência, evidencia o quanto o país não se preparou para uma mudança de perfil dos cidadãos. Mas segundo o site UOL, o Ministério da Economia projetou que o país pode ter 170 mil postos de trabalho a mais em 2019 caso a reforma da Previdência seja aprovada tal qual enviada pelo governo, número que crescerá ano a ano até chegar a 2,9 milhões de postos adicionais em 2021. O que coloca a reforma da previdência, como uma saída para a crise de desemprego que afeta muitas regiões do país. Para economistas o crescimento econômico irá acelerar a 2,1% neste ano com a reforma. Se as expectativas e previsões se concretizarem, a reforma será benéfica para a sociedade, caso contrário o governo deverá rever suas propostas.

    https://economia.uol.com.br/noticias/reuters/2019/04/15/governo-estima-170-mil-postos-de-trabalho-a-mais-em-2019-com-aprovacao-da-reforma-da-previdencia.htm?cmpid=copiaecola


    Rafaela Luiza Marcon/ ADM VESPERTINO.

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  23. A reforma da previdência, na atual situação que o Brasil se encontra, é muito necessária, se ela não ocorrer, graves serão as consequências no futuro, ou o déficit orçamentário atual será ainda maior. Outro fator que irá contribuir com isso, é que a maior parte da população brasileira está ficando "velha", e não há trabalhadores suficientes para auxiliar no pagamento deste idosos, gerando um rombo gigante no orçamento previdenciário.
    Diante da imensa carga tributária muitos empresários, precisam analisar e gerenciar cada vez mais uma boa gestão dos impostos que irão incidir sobre a empresa, assim como ter um boa programação para todo o ano. Só assim as organizações conseguiram executar suas atividades, sem grandes dificuldades.
    Aluna: Kátia Poliana Westhauser
    Administração Vespertino

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  24. A previdência social é sempre um assunto polêmico. No atual governo, tornou-se ainda mais questionável os métodos utilizados para aposentadoria das classes. O chamado "regime de capitalização" é visto pelo governo como uma medida de poupar dinheiro em uma conta particlar e com isso pagar pelo prória aposentadoria futura e o grande incômodo para o contribuinte quando se fala em capitalização é que o risco de retorno seja menor que um salário minímo mensal. O problema é muito maior que um simples aumento na idade para aposentadoria. O governo tem a obrigação de ser sincero com seus cidadãos, tem a obirgação de governar sabiamente e seriamente.
    Jean Carlos - ADM vespertino

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  25. A previdência é considerada um tributo incluído na seguridade social, portanto sua contribuição é dada em prol de um futuro retorno ao contribuinte.
    Pode ser dito ainda como um tributo misto, visto que o empregador lida com os impostos e o empregado com a as taxas descontadas.
    Com o tema em pauta, a discussão sobre a reforma da previdência deve ser esclarecida e posta de forma facilitadora a população, pois a resistência persiste em pontos desanimadores esquecendo de enfatizar a previdência como um auxílio somente e exclusivo aos impossibilitados. É fato que uma reforma deve ocorrer, os dados comprovam o crescimento inverso da pirâmide etária, e os jovens estão entrando cada vez mais tarde no mercado de trabalho.

    Luiza Soares - ADM noturno

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  27. A proposta da reforma da previdência foi pensada porque, segundo o governo, não há trabalhadores suficientes contribuindo para o tanto de aposentados atualmente e essa desproporção tende a aumentar com os anos, com o envelhecimento da população. Segundo uma projeção feita pelo IBGE, o percentual de brasileiros com mais de 65 anos em 2060 passará de 9,2% (2019) para 25,5%. Dessa forma, o déficit previdenciário cresceria ainda mais.

    Muitos empresários necessitam gerenciar com mais efetividade uma melhor gestão dos impostos que irão cair sobre a empresa, assim como ter um boa programação para todo o ano.

    Sabine Servaes- Administração Vespertino

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  28. O principal benefício da previdência social é a aposentadoria, entretanto hoje sabe-se que o valor correspondente na maioria das vezes não é o suficiente para o aposentado viver. Com a reforma o governo deseja mudar essa realidade. Dessa maneira afetando a gestão financeira de muitas empresas, por isso o administrador tem que estar sempre atualizado das mudanças politicas e econômicas.

    Natália Cardoso - Administração Noturno.

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  29. A reforma da previdência não é perfeita, mas sim necessária. O governo aponta que não há mais equilíbrio entre o número de contribuintes da previdência e o numero de aposentados, a proposta deve alterar a idade minima ou o tempo minimo de contribuição para se aposentar. A nova proposta promete ter um impacto de R$ 1.1 trilhão em 10 anos, enquanto o rombo já está em torno de R$ 150 milhões (equivalente a 2,3% do PIB). O modelo antigo foi baseado em uma expectativa de vida muito mais baixa, que estava em torno de 45 anos, e em contrapartida, a expectativa atual é de 75,5 anos, ou seja, a conta não fecha mais. A grande parte dos economistas observa uma necessidade na reforma, para a retomada do crescimento sustentável da economia.

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  30. Os tributos são necessários para a garantia dos direitos fundamentais e para o pagamento de dívidas públicas, porém, as empresas sofrem muito para pagarem seus tributos. Por vezes, as empresas podem errar algo no seu planejamento tributário que pode custar muito caro. O sistema político-legislativo não possui regras estáveis e coerentes. Ao cair num deslize, o empresário deve considerar redução ou adiantamento dos tributos por meio de uma ação judicial. Cada empresa é analisada pela justiça como se fosse um caso "específico". Para o empresário se garantir, ele deve ter um planejamento tributário eficaz que contemple implicações tributárias de todas as partes, que contemple tributos implícitos e explicitos e que contemple seus custos.
    O empresário deve optar por escolhas corretas que evitem a cobrança de tributos desnecessários, deve ficar atento aos incentivos fiscais e deve sempre pensar em mudanças na forma de conduzir as operações da empresa, como mudando fornecedores e etc.

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  31. Os tributos são necessários para a manutenção do Estado e para a captação de recursos, garantindo o pagamento das dívidas públicas e os nossos direitos fundamentais. Quanto ao sistema da previdência social, em um cenário de desequilíbrio que só tende a piorar por uma conta que já não fecha e pela discrepância entre a quantidade de pessoas economicamente ativas e inativas (reflexo do envelhecimento da sociedade brasileira), justifica-se a necessidade de uma reforma e novo planejamento baseado no contexto social e econômico que vem se apresentando nos últimos anos.
    Assim como os demais tributos, a contribuição social também afeta a atividade empresarial e, como sempre, o empresário não pode deixar de basear suas decisões em cima um cuidadoso planejamento estratégico e tributário, levando em conta esse cenário e as possíveis mudanças que também podem afetar sua atividade e desempenho.

    Júlia Fortunato Martins
    Adm Empresarial Vespertino

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  33. O texto cita e explica os tributos e suas contribuições para a sociedade, conscientizando sobre a sua importância. Comenta sobre como um empresário deve fazer para realizar um planejamento tributário eficaz para uma saúde financeira estável de sua empresa. Vejo com bons olhos estas ações, visto que, o controle das finanças é fundamental para a empresa, e os tributos devem sim ser medidos e planejados para não haver surpresas nos cálculos. Concordo que ao invés de se limitar o planejamento tributário à redução dos tributos e o aspecto normativo, deve contribuir para maximizar o valor da firma e, desta forma, “se efetue uma gestão tributária mais ampla, efetiva, que se pressupõe que multidisciplinar, de forma a olhar os tributos como parte de um negócio”. O empresário deve agir de forma a cumprir com a lei e preocupar-se sempre em dar ao colaborador um plano de carreira e aposentadoria de qualidade, visto que, a preocupação com o futuro do funcionário é algo que deve ser sempre aprimorada.

    Fernando Battisti Leite
    Adm Empresarial Vespertino

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  34. O tema da Reforma da Previdência Social é um dos mais discutidos no País atualmente, tudo isso se deve porque essa reforma afeta toda a população desde os mais ricos até os mais pobres. Por isso deve ser analisada com muita cautela, pois a maioria da população não está olhando para o fator econômico do déficit das contas públicas do governo e sim para o tempo de contribuição para sua aposentadoria, pensando apenas que terá que trabalhar por mais tempo. Enquanto que cada vez mais cresce o número de aposentados e diminui a população economicamente ativa. A desconfiança é ainda maior devido aos escândalos envolvendo políticos corruptos que fazem com que as pessoas fiquem cada vez mais desacreditadas com o governo. Para isso é necessário que essa reforma seja formulada de uma maneira que favoreça todas as classes de forma justa e igualitária, fazendo com que todos inclusive os políticos sejam incluídos nessa reforma. Desta maneira a população irá aceitar uma reforma para equilibrar a economia.

    Diego Possas Cunha - Adm Empresarial Vespertino

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  35. A reforma da previdência se faz mais do que necessária se analisarmos o rombo que está sendo observado com o desequilíbrio dos pagamentos do tributos com a crescente inversão da piramide etária brasileira. Mais do que isso, a sociedade deve estudar as novas propostas desta reforma a fim de entender o cálculo com a finalidade de cobrir o deficit previdenciário e também tratar com maior igualdade o tributo pago pelos mais ricos e pelos mais pobres. Ademais, o recente "corte na educação" é uma medida de contingencia de gastos para se fazer urgente a votação, aprovação e implementação da reforma, até porque as contas para a União no final do ano precisam estar alinhadas com o vigente Governo, evitando assim revoltas contra o presidente e ministros, impeachment, etc. A reforma previdência impacta não só os direitos tributários e humanos de cada individuo, mas também influencia diretamente o futuro da educação, saúde e economia de toda uma nação.

    Lais Neves da Rosa - Adm Empresarial Noturno

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  36. A Reforma da Previdência e a Reforma Tributária são consideradas como o marco zero da retomada do crescimento econômico sustentável no Brasil. Constituem a pauta prioritária em todos os debates econômicos e vão influenciar os níveis de investimento e consumo no país nos próximos anos.
    A Reforma da Previdência encaminhada ao Congresso Nacional projeta uma economia de R$ 1,2 trilhão em dez anos. Mas, com as mudanças que estão sendo propostas pelos deputados, o valor pode cair consideravelmente. O governo tem afirmado reiteradamente o valor de R$ 1,0 trilhão como o piso de economia esperada em dez anos com a reforma.
    De acordo com o Valor Econômico (https://www.valor.com.br/politica/6279435/reforma-recebe-57-emendas-ate-o-momento-na-comissao-especial-da-camara), a proposta de reforma da previdência recebeu até ontem (28/05/2019) 57 emendas pedindo ajustes e supressões no texto encaminhado pelo governo. A maioria das mudanças propostas busca excluir da reforma os trabalhadores rurais e o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e manter as aposentadorias especiais para professores, policiais e outras categorias da área de segurança. A retirada dos estados e municípios da reforma também foi proposta. O prazo para entrega de emendas termina nesta quinta-feira (30) e a expectativa é que ainda um número significativo de emendas seja apresentado.
    Uma modificação extensa no projeto enviado pelo governo, que diminua significativamente o impacto da economia gerada, pode não produzir o efeito propulsor no crescimento econômico que se espera com a reforma.

    Elves Matiola - Economia

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  37. Acredito que a atenção dos empresários brasileiros em relação a reforma tributária, está direcionada ao grande volume de obrigações destinadas ao município, estado e governo federal. Muitas empresas em diversas vezes, devem esclarecer informações a diferentes entes e isso já está tido como normal, pelo tempo em que já ocorre. Causa muita confusão para os empresários e gestores o recolhimento de seus tributos. Algo que resulta em uma imensa complexidade é o fato de o ICMS estadual possuir legislações diversas em determinados estados.
    Um equívoco geral da população é crer que a reforma tributária irá diminuir os encargos sobre tributos, isso não é a realidade. É algo totalmente distinto pois a reforma foca em racionalizar o sistema já criado. Trazendo eficiência para o governo e confiança para os empresários, para que de maneira mais ágil possam investir com maior tranquilidade. Seria impossível retirar todos os encargos tributários e manter qualquer estado saudável, essa carga é construída com fim de cobrir o tamanho do estado.


    Pablo Rocco Ferreira
    Vespertino

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  38. O assunto reforma da previdência é tratados há meses no Brasil, porém atualmente vem ganhando maior foco com os acontecimentos políticos que só fazem atrasar o que é inevitável, ou seja, que aconteça a reforma previdenciária no país.
    Como podemos analisar com o passar dos anos, o número de idosos vem crescendo, alterando a pirâmide etária brasileira, consequentemente fazendo que o governo tenha um deficit em suas contas, pelo aumento de pagamento de previdência, sendo o motivo de termos que fazer uma reforma previdenciária.
    Além de tudo que já foi comentado acima, a reforma proposta pelo governo vigente procura dar maior equilíbrio aos valores para a sociedade, no modelo antigo os mais favorecidos acabam recebendo muito mais que os menos favorecidos, devendo ser equilibrado com a nova proposta.

    Léo Santos Corrêa
    Vespertino

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  39. Na minha opinião, a Reforma da Previdência precisa ser aprovada para a prosperidade do país. Como as contas estão em déficit, existem duas saídas para essa situação:
    A primeira, que é inviável, é o aumento da arrecadação do governo, implicando em aumento da carga tributária do país que por sinal já é elevada.
    A segunda opção é cortando gastos, e um dos maiores é com a previdência social. Portanto se torna necessária a reforma, já que a expectativa de vida aumentou consideravelmente nos últimos anos e o atual sistema não suporta nossa atual sociedade, apenas gerando dívida ao governo.
    Caso ela não seja aprovada, a economia do país continuará em declínio, o governo cortará gastos em outras áreas, como corte de salários dos servidores públicos ou não dar continuidade no pagamento das previdências.
    Se não houver diminuição dos gastos, provavelmente resultará em maior desemprego e no aumento da inflação por conta da baixa da economia.

    Guilherme Hoepers Alves - Administração Empresarial - Vespertino

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  40. O texto parte do princípio de que o tributo é essencial para a manutenção do Estado, uma vez que é utilizado para que os direitos fundamentais sejam garantidos, além de ser empregado no combate à desigualdade social, sustentar o aparato burocrático e pagamento da dívida pública. No âmbito empresarial o planejamento tributário é difícil, e possíveis equívocos costumam implicar em multas, o que exige atenção. A internacionalização de decisões e a globalização aumentam ainda mais essa atenção a ser dedicada ao planejamento tributário. Todas as partes envolvidas devem ser consideradas, tributos explícitos e implícitos, bem como os outros custos de um negócio. Para tanto é necessária pesquisa, articulação e adaptação às particularidades da empresa em questão. Uma sugestão é aplicar conceitos multidisciplinares, de forma mais ampla e efetiva.

    O mercado tem se comportado de modo cauteloso à espera de uma definição no que diz respeito à reforma da previdência. O processo político de negociação se encontra em andamento, mas ainda não há segurança determinante em termos de maioria para aprovação. No mais hoje (20/03) foi apresentada uma proposta que contempla os militares, fator que era colocado como essencial para a continuidade das negociações.
    O empresário deve se manter atento ao desenrolar da proposta de reforma da previdência, agindo de modo cauteloso como sugere o mercado. Também deve se atentar às possibilidades criadas em caso de aprovação ou rejeição da proposta, tanto na área tributária quanto nas áreas econômica e social.


    Henrique - Administração Empresarial - Noturno

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  41. Fernanda Souza - Administração Empresarial Noturno

    A previdência é um direito concedido àqueles que contribuiram ao longo da sua vida para o crescimento da economia e geração de riqueza, contudo, o que sabemos hoje é que temos uma conta deficitária.
    Por trás do rombo da previdência está um problema crônico do Brasil, o demográfico: a população com mais de 65 anos subirá de 9% para cerca de 25%, segundo projeções, o que pode tornar o atual modelo de previdência insustentável.
    Porém, vale ressaltar que problemas complexos exigem soluções complexa e, por tanto, é essencial discutir sobre a atual proposta de reforma da previdência.
    Os favores que contam a favor de previdência tendem a ser, de forma geral, abrangentes e acabam sendo mais positivos para a economia de forma ampla. Por exemplo, temos motivos como o envelhecimento acelerado da população brasileira, o contínuo déficit, a aposentadoria de alguns brasileirosque acaba sendo mais cedo do que o esperado e, ainda, uma certa desigualdade socioeconômica, já que classes mais altas tendem a conseguir se aposentar de forma garantida e precoce.
    Em contra partida, é injusto se pensar em uma mesma idade mínima para a aposentadoria visto que temos expectativas de vidas difentes no país, tais como condições de trabalho. Além disso, a definição da idade desconsidera diferenciação entre gêneros, considerando que homem e mulher tem a mesma expectativa de vida. O argumento mais utilizado contra a reforma da previdência é, principalmente, as alternativas substitutas de arrecadar esse valor, como: acabar com políticas de desoneração, cobrar dívidas previdenciárias e não incentizar trabalho informal, que equivale a menos contribuintes.

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  42. A Reforma da Previdência vai interferir na vida de todos os cidadãos brasileiros, sobretudo aqueles que ainda não se aposentaram. A proposta para a previdência prevê mudança de idade mínima, com 12 de transição. Para trabalhadores privados e servidores a idade mínima será de 65 anos para os homens e 62 anos para as mulheres. Para trabalhadores rurais a idade mínima será de 60 anos para homens e mulheres, com tempo mínimo de contribuição de 20 anos.

    Portanto, a Reforma da Previdência é fundamental para atender as novas demandas do nosso país e a postagem acima traz claramente as principais ideias da proposta de forma clara e objetiva.

    Isadora Piazza Fernandes
    6 Termo Vespertino

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  43. Hoje em dia está cada vez mais comum ouvir as pessoas comentando sobre a reforma da previdência. Esse assunto está ganhando forças e está presente na vida dos brasileiros. O país vivencia um grande problema fiscal, a previdência não consegue arrecadar o suficiente para arcar com seus gastos, muito disso por que a expectativa de vida está aumentando e a taxa de natalidade está diminuindo, isso gera um déficit previdenciário que está cada vez maior. Menos pessoas contribuindo e mais pessoas recebendo, a conta não fecha!
    Devido isso a importância de um bom planejamento financeiro. Essas dividas irão cair sobre os empresários em forma de impostos, caso as empresas não estejam preparadas para isso, pode acarretar diversas consequências irreversíveis.

    João Victor Zanatta - Administração Vespertino

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  44. Com base nos dados divulgados, a arrecadação direcionada a previdência não supri os gastos. A reforma é necessária, atualmente trabalhamos para pagar os gastos atuais, as aposentadorias de maior peso são do serviço publico e militar. Diversos fatores, como já apresentados em outros comentários, levaram a situação atual. No entanto, mostra falta de planejamento do governo para tal ação, pois a população brasileira não tem como habito guardar dinheiro para o futuro e não tem educação financeira para gerenciar o montante. A reforma já era indicada desde de governo anteriores, deveria ser implantado de forma progressiva. Outro fator que contribui para a falta de confiança e apoio da população, é o descaso dos políticos com tal assunto. Atualmente, o projeto apresenta 277 emendas que beneficiam interesses dos políticos. Além disso, são perdoadas dividas de grandes empresas e os salários exorbitantes dos políticos, além da corrupção, contribui para um desfalque financeiro do país.

    Ienizle Soares Barros - Ciências Econômicas

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  45. Sistemas previdenciários ao redor de todo o mundo estão passando por modificações devido à mudança de comportamento humano com os avanços tecnológicos do século XXI, o aumento da expectativa de vida e a alteração geral das pirâmides etárias e cadeia produtiva vindo de menores taxas de natalidade.

    Neste cenário, um país populoso como o Brasil (6º mais populoso do mundo atualmente) não ficaria de fora de uma discussão acerca do assunto. O desenho de nosso sistema previdenciário, como fica explicitado no próprio texto, data principalmente do final dos anos 40 a meados dos anos 70, com algumas modificações pontuais estabelecidas pela Constituição de 88 (unificação dos 3 pilares previdenciários) e leis específicas posteriores.

    Atualmente no Brasil, a população economicamente ativa esta em redução assim como em países tidos como desenvolvidos e estamos caminhando para uma saída do chamado bônus demográfico, onde poderíamos ter tirado proveito econômico de um cenário em que tínhamos maior percentual de habitantes dentro da PEA. Desta forma, todos os cenários projetados para o futuro de acordo com o comportamento da população brasileira exigem uma modificação no atual sistema e para tornar ainda mais urgente a discussão, o país passa por severa crise financeira.

    É público o quanto tal crise financeira que o Estado brasileiro enfrenta tem origem num desequilíbrio fiscal dos entes federativos, num sistema em cascata onde desde a União existe baixa eficiência de recursos e um Estado custoso, chegando até os municípios brasileiros que apresentam enorme disparidade de realidade financeira dentre si.

    Deste modo, é urgente a necessidade de alteração do nosso sistema, sendo evidentemente necessário também cumprir o que diz nossa Constituição quanto à garantia de direitos adquiridos. Um sistema misto de contribuição, como o vigente, com um de capitalização pode vir a ser uma alternativa para equilibrar nossa balança do déficit público enquanto que garante rendimentos já estabelecidos e firmados com os contribuintes, de modo a gradativamente substituir os beneficiários no futuro por aqueles que já se insiram num sistema mais responsável financeiramente e que seja verdadeiramente independente do restante do Estado brasileiro.

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  46. Sistemas previdenciários ao redor de todo o mundo estão passando por modificações devido à mudança de comportamento humano com os avanços tecnológicos do século XXI, o aumento da expectativa de vida e a alteração geral das pirâmides etárias e cadeia produtiva vindo de menores taxas de natalidade.

    Neste cenário, um país populoso como o Brasil (6º mais populoso do mundo atualmente) não ficaria de fora de uma discussão acerca do assunto. O desenho de nosso sistema previdenciário, como fica explicitado no próprio texto, data principalmente do final dos anos 40 a meados dos anos 70, com algumas modificações pontuais estabelecidas pela Constituição de 88 (unificação dos 3 pilares previdenciários) e leis específicas posteriores.

    Atualmente no Brasil, a população economicamente ativa esta em redução assim como em países tidos como desenvolvidos e estamos caminhando para uma saída do chamado bônus demográfico, onde poderíamos ter tirado proveito econômico de um cenário em que tínhamos maior percentual de habitantes dentro da PEA. Desta forma, todos os cenários projetados para o futuro de acordo com o comportamento da população brasileira exigem uma modificação no atual sistema e para tornar ainda mais urgente a discussão, o país passa por severa crise financeira.

    É público o quanto tal crise financeira que o Estado brasileiro enfrenta tem origem num desequilíbrio fiscal dos entes federativos, num sistema em cascata onde desde a União existe baixa eficiência de recursos e um Estado custoso, chegando até os municípios brasileiros que apresentam enorme disparidade de realidade financeira dentre si.

    Deste modo, é urgente a necessidade de alteração do nosso sistema, sendo evidentemente necessário também cumprir o que diz nossa Constituição quanto à garantia de direitos adquiridos. Um sistema misto de contribuição, como o vigente, com um de capitalização pode vir a ser uma alternativa para equilibrar nossa balança do déficit público enquanto que garante rendimentos já estabelecidos e firmados com os contribuintes, de modo a gradativamente substituir os beneficiários no futuro por aqueles que já se insiram num sistema mais responsável financeiramente e que seja verdadeiramente independente do restante do Estado brasileiro.

    William Meirelles Ribeiro de Andrade

    6ª fase - Administração Empresarial Noturno

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  47. Beatriz Iankoski - 6º Termo Noturno
    A reforma não é perfeita, mas é necessário fazê-la, já que a população mudou nas últimas décadas, a expectativa de vida aumentou e a população está mais idosa. As pessoas estão tendo menos filhos e as pessoas estão estudando por mais tempo e entrando no mercado de trabalho depois. Isso tudo influencia para que haja mais pessoas a receberem e menos a pagarem os tributos. A reforma é necessária para que o país continue se sustentando e não entre em colapso. Pode ser que a reforma poderia ter sido feita com mais calma, cautela e melhor planejamento, mas deveria ser feita.
    Também é possível ver o efeito nas empresas, que preferem contratar funcionários de outras formas e não com carteira assinada e pagando todos direitos dos mesmos, e os funcionários também acabam aceitando as ofertas de emprego desta forma por precisarem do sustento.

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  48. A Reforma da Previdência vem sendo amplamente criticada por diversas frentes na política, principalmente pelos partidos e políticos de esquerda, que levam com eles seus seguidores votantes a realizar manifestações e revoltas pelo país. Estas críticas, advindas muitas vezes da própria população, mostram a falta de conhecimento da população acerca dos fatores principais que representam a necessidade de uma reforma, e principalmente, das reais mudanças que ocorrerão no sistema assim que a reforma for aceita.

    O maior benefício que esta reforma nos trará é, além de termos mais capital para poder investir em outras áreas das quais a administração pública está responsável, a geração de confiança na política e economia brasileira, o que fará com que a economia aqueça e ocorram maiores investimentos no Brasil, tanto dos próprios brasileiros quanto advindos do exterior, gerando empregos e crescendo o PIB. Fazendo assim, com que as vidas de todos os brasileiros seja afetada positivamente, independente de posicionamento político.

    Para que isto ocorra, alguns pontos são importantes que sejam aprovados na reforma, são eles: a equiparidade, que não diferencia trabalhadores da inciativa privada e servidores públicos. E também a idade mínima, que assegura que exista um equilíbrio entre trabalhadores contribuindo e aposentados sendo beneficiados.

    Roberto Cochela - sexta fase noturno

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  49. Com o aumento da expectativa de vida dos brasileiros, e o grande desfalque na previdência, é necessário que ocorra a reforma da previdência, afim do país não entrar em recessão. Dentro dessa reforma, há algumas propostas que foram apresentadas, e uma delas é a alteração da idade mínima para a aposentadoria por tempo de contribuição, desta forma, a reforma trabalhista apresenta como principais mudanças a alteração na idade para aposentadoria, que propõe como idade mínima de 62 anos para mulheres e 65 anos para homens, tendo contribuição mínima de 20 anos. No contexto atual, a aposentadoria por idade é 60 anos para mulheres e 65 anos para os homens, com a contribuição mínima de 15 anos; no entanto este contexto pode mudar até 2024, onde a perspectiva é aumentar a cada quatro anos, de acordo com a expectativa de vida dos brasileiros; essa medida é no intuito de não estabelecer um tempo mínimo para a contribuição. Essas são as regras para o setor privado. Para trabalhador rural, funcionários públicos e alguns outros setores, também são propostas algumas alterações.
    Portanto, é necessário que que essas alterações ocorram, para que se consiga manter a economia ativa. Muitas pessoas são contra a reforma, mas é importante e necessário ter uma visão mais ampla e prever quais serão as consequências se essa reforma não ocorrer.

    Adriane Kapuszinski
    Adm. Empresarial - noturno -6ª fase

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